MUDE

Um grupo terapêutico sobre voltar pra casa: o seu corpo.

Encontro Zero. Assiste quando quiser, são 6 minutos e tem uma prática dentro.

Quero entrar na BASE
O que é o MUDE

A natureza sempre encontra a melhor forma de fazer a vida fluir. Uma flor que nasce na fresta do concreto, uma árvore que entorta o próprio corpo pra alcançar a luz. A gente também é natureza, só que passou a vida tentando caber, se moldando ao que "deveria ser", e foi se afastando do próprio corpo.

O corpo não esquece. Ele guarda.

Guarda no ombro que vive na altura da orelha, na respiração que nunca chega embaixo, na tensão da mandíbula que não solta nem dormindo, no cansaço que o descanso não resolve. O MUDE é um espaço de investigação sobre voltar a habitar esse corpo: perceber o que ele está segurando, entender por quê, e aprender a soltar. Não só pra relaxar, mas pra se escutar melhor. Quando a gente volta a sentir o corpo, volta a entender as próprias necessidades: o que pede cuidado, o que dá pra deixar no chão, qual caminho seguir.

Não é um curso de exercícios, nem uma aula de alongamento. Eu sou psicoterapeuta, não fisioterapeuta, não personal, não osteopata. Aqui o corpo é a porta de entrada pra um trabalho mais profundo.

A BASE

A base, não o básico.

Nesse trabalho não existe iniciante nem avançado. Existe a chegada. A BASE são quatro encontros ao vivo onde a gente constrói o terreno que sustenta todo o resto: o seu e o do grupo.

Os quatro territórios
1

Natureza

Como a gente se desconectou do próprio corpo, o que aconteceu nesse caminho, e como reafinar esse contato do nosso jeito. É o ponto de partida: voltar a se enxergar como natureza, corpo, emoção e mente como uma coisa só, do jeito que sempre foram, antes da gente aprender a separar.

2

Pés

A nossa base cinética literal: quase tudo que a gente carrega começa do chão pra cima. Você vai sentir, na prática, como o corpo inteiro se reorganiza sozinho quando devolve atenção pra onde ele toca o chão.

3

Sistema linfático

O sistema de limpeza e drenagem natural do corpo, que não tem bomba própria: depende do movimento e da respiração pra fluir. Esse encontro é sobre ajudar esse fluxo a acontecer: deixar o corpo fazer a própria limpeza, no ritmo dele.

4

Pescoço

Como a gente carrega a cabeça é como a gente carrega a vida: a ponte entre pensar e sentir, onde o dia inteiro se acumula. Aqui vamos também tocar nas bases do trabalho com a mandíbula. E é o fechamento do arco: o que você deixa no chão antes de entrar na casa.

Como funciona
  • 4 encontros ao vivo, um por semana, 1h30 cada. Aos sábados, às 10h (horário de Brasília), a partir de 8 de agosto.
  • Turma de até 22 pessoas. Não mais que isso, porque eu quero ver cada rosto.
  • Você não é obrigada a falar nada. Quem quiser, atravessa em silêncio. É trabalho do mesmo jeito.
  • Se você perder um encontro, a gravação fica disponível pra turma.

R$420 (em até 12x)

Aqui não existe iniciante. Existe chegada.

Quero entrar na BASE

As inscrições fecham quando a turma completa, ou na sexta, 25 de julho, às 23h59.

A casa continua

A BASE não é um degrau. É chão. Quatro encontros com começo, meio e fim, que te dão as ferramentas que você precisa pra continuar esse trabalho sozinha.

E se você não quiser seguir sozinha, existem dois espaços. Você conhece os dois por dentro antes de decidir qualquer coisa:

CASA. O ritmo semanal.

R$92/mês

Toda semana uma nova prática gravada de reconexão, pra fazer em casa, no seu tempo. Um encontro ao vivo por mês comigo, com espaço pra perguntas. E a comunidade. Cancela quando quiser.

CÍRCULO. O aprofundamento.

R$227/mês

Um grupo fixo de 12 a 14 pessoas, quinzenal, 90 minutos, comigo inteiramente presente. Mesmos rostos, trabalho que acumula. Entrada por aplicação, para quem já atravessou a BASE.

Por ora, a única porta aberta é a BASE.

Re Nascimento
Quem sou eu

Sou a Re.

Psicoterapeuta há 7 anos, com duas pós-graduações em psicologia, uma delas em psicologia junguiana. Mas o que atravessa todo o meu trabalho é outra coisa: a gente aprendeu a olhar pra mente, pro corpo e pra natureza como coisas separadas. Um profissional pra cada uma, uma prateleira pra cada uma. Eu acredito que isso é uma coisa só, e que boa parte do que a gente carrega nasce exatamente dessa separação.

As abordagens corporais dentro da psicologia me levaram até certo ponto, e pararam ali. Faltava o corpo em movimento. Então fui estudar isso de perto, e continuo estudando: fáscia, trabalho somático, movimento somático. Não pra virar fisioterapeuta, mas pra conseguir escutar o corpo com a mesma precisão com que aprendi a escutar a fala.

O MUDE é o meu jeito de trabalhar tudo junto, como sempre foi.

Quem já atravessou

Eu volto ao MUDE porque ele me traz de volta pro corpo. A cada exercício eu vou reencontrando uma forma de me reconectar comigo mesma, vendo algo que eu não estava vendo no meu corpo e me sentindo mais conectada comigo e com a vida.

Gabi, aluna do primeiro MUDE

Ser guiada pela Re durante o trabalho que fizemos no primeiro MUDE, em práticas que ancoraram minha presença e aumentaram minha consciência de mim mesma, daquilo que precisa ser movido para ser transformado, foi uma oportunidade de mergulhar mais profundo e de assumir mais responsabilidade por mim mesma! Quem atender de verdade a esse chamado, realmente MUDA!

Lelé, aluna do primeiro MUDE

Perguntas

O que costumam perguntar.

Não. Você não é obrigada a falar nada. Tem quem atravesse o trabalho em silêncio, e é trabalho do mesmo jeito.

A gravação fica disponível pra turma.

Não. Precisa de um corpo e de curiosidade sobre ele.

Não. É um grupo terapêutico conduzido por uma psicoterapeuta. Não substitui tratamento médico ou fisioterapêutico.

Você tem reembolso integral em até 7 dias após a compra, ou até 48h depois do primeiro encontro, o que for mais tarde.

Sábado, 8 de agosto, às 10h (horário de Brasília). As inscrições fecham quando a turma completa ou na sexta, 25 de julho, às 23h59.

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